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A SOCA inicia 2024 com novos projetos e ingressa no Audiovisual.

Atualizado: 4 de fev.


Eusilane Lopes em "Nada Me Falta". Créditos: Fagner Soares & Cia Poéticas da Cena Contemporânea


Obras de fotógrafos-cegos ganham a cena em novas cidades do Espírito Santo


A exposição “Quando Fecho os Olhos Vejo Mais Perto”, que esteve em cartaz em 2023 em Vitória, será exibida em 4 cidades do Espírito Santo: São Mateus, Linhares, Colatina e Cachoeiro de Itapemirim. Em paralelo, estará acontecendo a segunda etapa da formação do coletivo de fotógrafos-cegos da E.F.C., com novo recorte curatorial, exibido nas cinco regiões metropolitanas do município de Vila Velha, e novos estudos, acirrando o diálogo com referências de poéticas contemporâneas e embasamento historiográfico, compreensão da composição visual e construção de narrativas sobre o conjunto de obras de cada autor.

Estes dois novos desdobramentos consolidam a Escola de Fotógrafos Cegos como um programa que ganha continuidade e já aponta para uma circulação nacional. Os dois projetos são viabilizados com o patrocínio da ES Gás: “Escola de Fotógrafos Cegos: Novos Olhares, Territórios” através de recursos da Lei de Incentivo à Cultura (Rouanet) e o apoio do Ministério da Cultura do Governo Federal, e “Escola de Fotógrafos Cegos: A Exposição, 4 Cidades”, através da através da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba, com o apoio do Governo do Estado do Espírito Santo, através de ações articuladas entre a Secretaria da Cultura (SECULT) e Secretaria da Fazenda (SEFAZ).


Nova Temporada da Orquestra Brasileira de Cantores Cegos: Mais diversidade e inclusão


A Orquestra Brasileira de Cantores Cegos terá nova temporada, apresentando a diversidade da cultura oral de todo o país. Com novo repertório de cantigas de domínio público e linguagem cênica experimental, o espetáculo conta com inovação na regência, através de percussão corporal e movimentos de plasticidade coreográfica e dezesseis cantores cegos. A encenação, que prima por deslocamentos e arranjos cênicos de apreço à composição visual, será novamente assinada por Rejane Arruda e terá a participação da Cia Poéticas da Cena Contemporânea, iluminação de André Stefson e Direção de Arte de Antonio Apolinário. O projeto tem o patrocínio master da  Rede Itaú através da Lei de Incentivo à Cultura (Rouanet) da ES Gás através da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba.


Pai Fotógrafo e Cloza: incursões pelo Audiovisual.


Ingressando no Audiovisual, a SOCA produzirá dois curtas-metragem: Pai Fotógrafo e Cloza.Pai Fotógrafo trará o fotógrafo-cego, músico e radialista Manoel Peçanha como protagonista, pela primeira vez atuando em cinema. Já Cloza, é um documentário sobre a vida de Cloza Maria da Silva Santos, artista plástica negra e uma história de resistência, residente de Terra Vermelha, bairro de vulnerabilidade social de Vila Velha. O filme terá a direção compartilhada entre a atriz Sabrina Paula Sabino Feu, sua filha, e Rejane Arruda.

A realização dos filmes é viabilizada por recursos da Lei Paulo Gustavo e a ação conjunta entre a Secretaria de Turismo e Cultura de Vila Velha através do Fundo Municipal de Cultura, Secretaria da Cultura do Governo do Espírito Santo através do Funcultura e Ministério da Cultura do Governo Federal.


Uma Sala de Exibição de Filmes e o Cinema Canela Verde


A inauguração do Cine-SOCA se dará no segundo semestre com uma mostra de cineastas de Vila Velha. Será oferecido ao público um recorte curatorial formado por 8 curtas e 3 longas-metragem, a fim de consolidar uma cena até então desconhecida do público onde estão diretores de trajetória consolidada e premiados internacionalmente. São residentes na cidade cineastas como Anderson Bardot, Rodrigo de Oliveira, Roger Ghil, Dell Freire, Ana Luiza de Oliveira, Thiago Moulin, Hugo Reis, Marcio Aurélio Guimarães, Roberta Fernandes, Adriano Monteiro, Rodrigo Cerqueira, Daiana Rocha, Carol Covre, Rejane Arruda, entre outros. Viabilizado através da Lei Paulo Gustavo, o Cine SOCA oferecerá programação gratuita, acompanhada de rodas de conversa e palestras, e receberá estudantes da EJA.


Mulheres Cegas e Surdas no Vídeo Experimental


As gravações de “Nada Me Falta” estão sendo realizadas em locações diversas da Grande Vitória, entre praias e cenários urbanos. Serão quatro meses de experimentos audiovisuais com mulheres cegas e surdas em interação com as atrizes da Cia Poéticas da Cena Contemporânea. A mostra “Nada Me Falta” é composta de 15 vídeos de linguagem híbrida, e será exibida no Cine Metrópolis, em Vitória, acompanhada de debate sobre Arte e Identidades e um workshop. O projeto tem patrocínio da Transportadora Associada de Gás TAG através da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba e apoio do Governo do Estado do Espírito Santo.

A Orquestra Brasileira de Cantores Cegos e o Maestro Brincante

A Orquestra Brasileira de Cantores Cegos terá nova temporada, apresentando a diversidade da cultura oral de todo o país. Com novo repertório de cantigas de domínio público e linguagem cênica experimental, o espetáculo conta com inovação na regência, através de percussão corporal e movimentos de plasticidade coreográfica e dezesseis cantores cegos. A encenação, que prima por deslocamentos e arranjos cênicos de apreço à composição visual, será novamente assinada por Rejane Arruda e terá a participação da Cia Poéticas da Cena Contemporânea, iluminação de André Stefson e Direção de Arte de Antonio Apolinário. O projeto tem o patrocínio master da Rede Itaú através da Lei de Incentivo à Cultura (Rouanet) e da ES Gás através da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba.


Para Crianças e a Comunidade Escolar


Consolidando o Núcleo de Investigação de Dramaturgia para Crianças através do Edital Setorial de Teatro do Funcultura -Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Espírito Santo (SECULT), a Cia Poéticas da Cena Contemporânea e SOCA Brasil lançarão o livro de dramaturgia para crianças “A História das Coisas”. O lançamento será realizado na Casa da Música Sonia Cabral acompanhado de um workshop e debate.

Para que tudo isso aconteça, a SOCA conta uma equipe dedicada e amorosa e, principalmente, com a integração com artistas PCDs capixabas até então invisibilizados, que ganham a cena de forma a transformar o olhar da sociedade e contribuir para a transformação social, em direção a um mundo mais justo, inclusivo e menos violento.


Acompanhem o Instagram de cada projeto: @orquestra.br.decantorescegos, @escoladefotografoscegos, @nada.me.falta, @dramaturgia.para.criancas, e da SOCA @socabrasil.


Rejane Arruda.

Atriz, realizadora audiovisual e encenadora.

Diretora da Cia Poéticas da Cena Contemporânea

Presidente da SOCA Brasil




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